JAPAMALA BIHAPPY

O que é um japamala?
 
Desconstruindo o seu nome, japa siginifica repetição/recitação e mala, cordão/colar.
Tem origem na India e como Jap significa rosa e é muito parecido com japa batizaram os japamala como rosarium (no ocidente).
 
O japamala é um rosário espiritual e contém 108 contas. Este número não foi escolhido ao acaso, o 108 é um número sagrado.
 
"Segundo os budistas tibetanos e os  iogues hindus, 108 é o número que se deve repetir um mesmo mantra ou uma mesma metalização, em cada prática espiritual.
Acreditam que ao se completar o ciclo de 108 repetições, seja de uma oração, de uma invocação ou de um mantra, alcança-se um estágio superior na consciência: a mente transcende a matéria e acessa os níveis que nós chamamos de “transe”, no ocidente.
Além disso, o número “108” é considerado um número sagrado: o alfabeto sânscrito possui 54 letras-fonemas masculinos e 54 letras-fonemas femininos, resultando em 108 fonemas no total.
O número 108 também aparece como a representação do chacra cardíaco nos textos védicos, onde 108 é o número em que se divide o tempo entre passado, presente e futuro."
 
Não é um colar qualquer, é divino. E quanto mais o usas mais ele carrega essa energia sagrada, aumentando o seu poder, junto com a tua pratica com as orações, mantras, afirmações, ho'oponopono.
 
Se desejas transformação, libertação de Karma (responsabilidade), criar coisas novas... este colar pode ser uma boa ajuda, além de ser muito bonito. E agora falo do Japamala bihappy.
Inspirei-me nos "malas" para fazer estas criações:
 


Japamala bihappy com dreamcatcher

Japamala Bihappy com pedra (Arrábida)


 Japamala Bihappy com pedra (quartzo branco)



Desejava algo que me ajuda-se com a criação do meu sonho de vida, como um talismã. E agora também pode te ajudar a ti. Visita a minha página no facebook, onde tenho toda a coleção.
 
 
 
O japamala é um maravilhoso presente que podes oferecer a alguém ou para dares a ti própria(o). Só tem uma "condição", ser escolhido com o coração .

 
Amor no coração ∞,
 
Sílvia Bihappy
 
 
 
Fonte informação blogs: